5 comentários em “Rush – No Limite da Emoção (Ron Howard, 2013)

  1. Gostei da forma como Ron Howard estruturou a sua história, tendo como base a rivalidade e o desejo de ultrapassar os limites que existia entre James Hunt e Niki Lauda. Os dois atores centrais do filme, pra mim, fazem parte dos pontos positivos de “Rush”, bem como a sua parte técnica. O longa merecia um maior reconhecimento na atual temporada de premiações. É muito bom!

  2. Interessante a menção a Amadeus. Não havia pensado nesse paralelo. Naquele filme, dois rivais competiam profissionalmente, e Salieri era capaz de reconhecer a genialidade de Mozart. Em Rush, tanto Lauda quanto Hunt sabem que têm qualidades, mesmo tendo uma disputa acirrada entre si, até mesmo em nível pessoal.

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