11 comentários em “Violência Gratuita (Michael Haneke, 1997)

  1. Poxa, desse eu gostei bastante. Mas minha cena favorita não é a do controla remoto, mas a que a mãe fica ajoelhada em silêncio por uns 6 minutos, achando que tudo acabou. Haneke traz uma tensão tão viva que eu não conseguia parar de ver, por mais que quisesse.
    Abraços.

  2. Um retrato chocante sobre a natureza humana. Um filme que brinca com a hipocrisia. Ótimo!

  3. Esse filme não é brinquedo, não. O problema é que Haneke pressupõe que todos os que curtem um bom filme violento é cúmplice dessa violência fictícia, como se isso fosse tão grave quanto a violência real. A entrevista do diretor no DVD é bem ilustrativa da posição superior na qual ele se coloca. O filme foi, de fato, criado como uma tese, um teste, como você bem colocou.

    O filme incomoda, mas acho impossível amá-lo.

    • Gabriel, as cenas que mostram o desespero das vítimas realmente são fortes.

      Gustavo, esse foi um dos pontos que me fizeram não gostar do filme. Haneke fala como se fosse com todos.

      Rafa, o filme funcionou muito bem com vc hehe.

      Anderson (chará rs), Essa versão deve ser ainda pior. Dizem que é praticamente a mesma coisa do original mas as atuações são bem diferentes. Te aconselho a assistir a versão antiga.

      Kahlil, acho que não verei a nova versão tão cedo.

  4. Acho o filme podre. Dei nota 5.0, mas levo em consideração inúmeros pontos para dar esse veredito (impacto, uma ou outra cena bem realizada, algumas atuações inspiradas, enfim…).
    Entretanto, é nítido, até demais, o pretensiosismo de Haneke, ele filma e repassa tudo aquilo ao público como se fosse a verdade absoluta. Como um julgamento definitivo.

    Me decepcionei demais. Demais.

  5. Odiei esse filme, não é nenhum pouco verossímil.
    Principalmente porque esperava bastante do filme e me decepcionei.
    E concordo com a crítica, foi tão tedioso quanto revoltante.

    • Tbm esperava muito do filme. Revoltante por saber que aquilo realmente poderia existir e tedioso por não aguentar mais aquelas indiretas do filme.

      Bom ver vc por aqui de novo, Pablo!

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