13 comentários em “Tio Boonmee, que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (Apichatpong Weerasethakul, 2010)

  1. Finalmente alguem concorda comigo, não aguentava mais ver elogios para esse filmeco, muito boa sua crítica Andinhu, realmente tem quem goste, do mesmo jeito que tem gente que gota de zoofilia….

    • Um vencedor do Festival de Cannes sempre chama a atenção. É interessante só pra conferir o filme premiado, mas eu poderia passar sem ter assistido a esta bomba.

      P.S. Pessoal, desculpa por estar demorando a responder os comentários e postando mais textos, mas é que tá uma correria aqui e tô quase sem tempo algum. Mas semana que vem devo ficar mais frequente.

      Abç pra vcs.

  2. Realmente é um filme bem cansativo. Você assiste, mas não tira nenhuma mensagem concreta dele. Os sons e barulhos da floresta são inquestionáveis, mas fica só por isso…
    Fiquei curioso pra ver devido a tantas críticas a respeito, mas poderia ter passado essa…

    • Oi Erika.
      Acho que não fui nenhum pouco precoceituoso no meu texto. Só não curtir mesmo o filme e tentei expor minha opiniao da forma mais clara possível sem ficar dando voltas.

      E concordo. Adoro Questionar, descobrir e conhecer =D

  3. A chave do belo filme Tio Boonmee está no próprio título que ninguém percebe: ‘que pode recordar vidas passadas’.

  4. Dizer que o filme não é arte chega a ser maldoso. É uma obra onde impera o silêncio. As cenas se encaixam, mas é um exercício de sutileza e persistência para nós espectadores. Quando Jen mata os mosquitos evoca-se o seu diálogo com tio Boonmee sobre os comunistas e os insetos que ele matou e que por isso considera como castigo sua doença. As cenas longas têm um porquê. É difícil entender a integração entre vida, morte, natureza e mistério que o filme tão bem encaixa.
    Exigir que o filme tenha narrativa eficiente é no mínimo indecoroso para um filme que preza pelo silêncio, pelas imagens estáticas. E é claro que o filme tem meáforas, aliás, o tempo todo. O eixo metafórico ali se impõe, e nós, tão acostumados à metonímia, nem nos damos conta.
    A Princesa e o peixe é uma estonteante metáfora, não conseguindo ser amada por sua aparência só a natureza vai poder se comunicar com ela e amenizar sua tristeza. Enfim, tem muito mais, porém paro por aqui.

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