Últimos filmes


Nesta página encontram-se os últimos filmes que assisti com suas respectivas notas. Alguns deles resolvi escrever de forma resumida o que achei dele ou algo sobre ele. Alguns dos filmes possuem um comentário no Blog, para ler, é só clicar. (Andinhu)
 
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Março  14 | Média: 6,7
Atuação Masculina: Gary Cooper  (Matar ou Morrer) | Leonardo DiCaprio (J. Edgar). Menção: Ryan Gosling (Drive)
Atuação Feminina: Catherine Deneuve (Repulsa ao Sexo) | Rooney Mara (Millenium).
Direção: Lucio Fulci (Terror nas Trevas) | Nicolas Winding Refn (Drive). Menção: Roman Polanski (Repulsa ao Sexo)
Maior Surpresa: Terror nas Trevas | 2 Coelhos
Maior Decepção: Um Corpo que Cai
Melhor Filme: Terror nas Trevas | Drive
Pior Filme: Viagem 2 – A Ilha Misteriosa
Repulsa ao Sexo (Roman Polanski, 1965) 8.0  “Catherine Deneuve está arrebatadoramente insana neste que está entre os melhores filmes de Roman Polanski, num suspense psicológico do melhor estilo, cheio de detalhes para as mais diferenciadas sensações causadas no espectador.” 
Drive (Nicolas Winding Refn, 2011) 8.5  (filme revisto) “O grande mérito de Drive é a direção de Refn. Muita Personalidade e detalhismo que preenchem tudo o que move a narrativa do filme que vai desde os personagens à fotografia noturna e urbana. O resultado é um filme extremamente emocionante.” 
Terror nas Trevas (Lucio Fulci, 1981) 9.5  “Dane-se a coerência. Viva a criatividade! Fulci arranca tripas, rasga pescoços, fura e arranca olhos, explode cabeças, e na cena mais sensacional de todas, solta tarântulas para devorar o banquete estirado ao chão. Filme que nem precisou de um roteiro pra ser genial. Melhor filme de terror que já vi.” 
 As Aventuras de Tintim (Steven Spielberg, 2011) 7.5  (filme revisto) ”Faltou uma marca, um clímax definitivo e a correria interminável impede dele acontecer, mas os gráficos, a textura e a técnica beiram a perfeição e em dados momentos impressionam e MUITO, além de ser bastante divertido. Um programão!” 
Jogos Vorazes (Gary Ross, 2012) 6.5  “Furos, furos e mais furos. O que é inadmissível pra uma história como esta que apresenta universos novos. Mas é bastante dinâmico e a protagonista é ótima o que o faz ser acima da média comparado aos tantos outros fracassados do gênero, a lá Percy Jackson” 
Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958) 6.5  “Roteiro não era o forte de Hitchcock e aqui nem o tão afeiçoado suspense foi.”
 
Matar ou Morrer (Fred Zinnemann, 1952) 8.0  “Grande exemplar dos Westerns americanos! Personagens que precisam demonstrar valentia e coragem para defender seu povo numa batalha de vida e morte. Gary Cooper excelente!”
 
Viagem 2 – A Ilha Misteriosa (Brad Peyton, 2012) 3.0  ”Não tinha outra opção…”
 
 
Tão Forte e Tão Perto (Stephen Daldry, 2011) 7.0  “Stephen Daldry quer emocionar a qualquer custo. Para cada 10 minutos do filme existe uma solução ou surpresa lacrimosa. E isso pode ser um mérito, pois ele consegue, além de a trajetória do menino Oskar ser amontoada de surpresas e sacadas legais.” 
John Carter – Entre dois Mundos (Andrew Stanton, 2012) 5.5  “Andrew Stanton, meu filho, volte a fazer animações.” 
 
Millenium –  Os Homens que não Amavam as Mulheres (David Fincher, 2011) 7.0  “A investigação, a princípio, prometia fazer de Millenium um grande filme, mas aos poucos tudo se torna frio e pouco interessante. Rooney Mara(vilhosa) num personagem frio, melancólico, inteligente, irresistível e não menos humano. Bom, mas Fincher já fez melhores”  
J. Edgar (Clint Eastwood, 2011) 7.0  “Eastwood desmistifica a pessoa heroica do primeiro diretor de uma das maiores e mais respeitadas entidades policiais do mundo,o FBI, trazendo humanidade aos personagens,assim como seus erros e acertos. Melhor Eastwood desde Gran Torino. Interessantíssimo” 
2 Coelhos (Afonso Poyart, 2012) 7.5  “2012 já tem um forte candidato à Melhor Filme Nacional!”
 
Chico e Rita (Tono Errando, Javier Mariscal, Fernando Trueba, 2011) 6.0  “Os Traços são interessantes, mas vale, acima de tudo, pelo Jazz que é sempre gostoso de ouvir.” 
 
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Fevereiro  19 | Média: 6,5
Atuação Masculina: Peter Mullan  (Tiranossauro) e Jean Dujardin (O Artista). Menção: Elio Germano (A Nossa Vida)
Atuação Feminina: Meryl Streep (A Dama de Ferro) | Olivia Colman (Tiranossauro). Menção: Tilda Swinton (Precisamos Falar Sobre Kevin)
Direção: Martin Scorsese (Hugo) e Michel Hazanavicius (O Artista). Menção: Steven Spielberg (Cavalo de Guerra)
Maior Surpresa: Cavalo de Guerra | A Nossa Vida
Maior Decepção: Os Descendentes | Precisamos Falar Sobre Kevin
Melhor Filme: Hugo | O Artista
Pior Filme: Albert Noobs | O Gato de Botas

Another Year (Mike Leigh, 2010) 7.5  “Solidão, vazio, família, amigos, expectativa de vida, tudo dirigido e retratado com bastante sensibilidade por um diretor inspiradíssimo.” 
 
Sete Dias com Marilyn (Simon Curtis, 2011) 7.0   “Interessante como o filme não só exalta a beleza de Marilyn Monroe como também traz um estudo sobre seu medo e insegurança diante das câmeras. Michelle Williams transpõe sensualidade, humor, fragilidade e insegurança de maneira impressionante.”

Uma Vida Melhor (Chris Weitz, 2011) 6.5   “Parece um ‘Ladrões de Bicicletas’ contemporâneo. É um bom filme, mas que é prejudicado pela direção que não inclui corretamente o tema ‘imigração’ no contexto do filme. Mas histórias sobre pai e filho na maioria das vezes me conquistam, e a cena final é de arrancar lágrimas”
Cavalo de Guerra (Steven Spielberg, 2011) 7.5  “Alguém filma um filme de guerra como Spielberg? A cena do cavalo correndo pelas trincheiras no meio do bombardeio e a SENSACIONAL cena final filmada num plano belíssimo entra fácil na lista de melhores cenas da carreira de Spielberg. É piegas sim, bobo e inofensivo demais em algumas cenas, mas Spielberg sabe disso. E através dessas imagens ele consegue manipular nossas emoções como poucos.”
 Tiranossauro (Paddy Considine, 2011) 8.5
“Agressivo e pesado, como sugere o título. O ser humano sendo levado ao limite de maneira arrebatadora por Olivia Colman e Peter Mullan. Sensacional.”  
 Os Descendentes (Alexander Payne, 2011) 5.5   “Tudo é muito normal, a inverossimilhança ajuda os personagem parecerem bocós, e o nível emocional é bem fraco. Pra piorar, o roteiro é o mais superestimado da temporada, como inúmeras situações comuns dirigidas também de forma comum. Meu primeiro Payne. Não surpreendeu”
A Invenção de Hugo Cabret (Martin Scorsese, 2011) 9.0  “Praticamente tudo é perfeito. Nada é acelerado ou adiantado demais. O mistério vai crescendo gradativamente até incluir Mélies na história, e quando acontece vejo o próprio coração de Scorsese, que com este presente engrandece nosso amor por esta arte.”
O Gato de Botas (Chris Miller, 2011) 5.0
“Não traz nem metade da diversão que o gato já proporcionou na série Shrek.” 

Um Dia (Lone Scherfig, 2011) 5.5  “Tenta ser atípico mas não passa de uma romance esquecível, com bastante mela mela. A mensagem final é bonitinha, mas só.”

 

 Histórias Cruzadas (Tate Taylor, 2011) 5.5  “Um trabalho de boas intenções mas que foi feito para o público chorar acima de tudo. No fim, fica a sensação de que nada daquilo é real ou marcante de tão estereotipado e de tão leve que o filme é para um tema como este”
 
Operação Presente (Sarah smith, 2011) 6.0   “Inofensivo. Bonitinho e com uma mensagem natalina relevante e digno de ser lembrado entre a nova safra de filmes sobre Natal. Mas apenas isso.”
 

Tomboy (Céline Sciamma, 2011) 8.0  “Ao mesmo tempo em que Tomboy retrata com perfeição a época da infância, também experimenta falar sobre opções sexuais de maneira que não levanta a bandeira para nenhum dos lados. Um excelente filme, verdadeiro, com um gracioso time mirim e um belo flash back da nossa infância.” 
Um Método Perigoso (David Cronenberg, 2011) 6.5  “É um filme correto demais para o talento do seu diretor. Esperava algo mais provocante, mais debates sobre as teorias dos personagens. É bom mas não nego que esperava mais.”  
 
 A Nossa Vida (Daniele Luchette, 2010) 7.5  “Muito agradável essa surpresa revelada em Cannes. Um trabalho gigante de Elio Germano, que dividiu o prêmio de ator em Cannes com Javier Bardem, que interpreta um pai que tem que lhe com responsabilidades paternas em meio à crises profissionais e familiares.” 
Albert Nobbs (Rodrigo García, 2011) 4.0  “Janet McTeer rouba a cena. Nem mesmo o melhor atrativo do filme, Glenn Close, surpreende da maneira esperada. É um draminha bem fraco que se você não se importar com o tom novelesco que derruba o filme da metade em diante, pode até ficar satisfeito.” 
A Dama de Ferro (Phyllida Lloyd, 2011) 5.0   “Atuação gigante num filme muito pequeno. Raso, corrido e por vezes desinteressante demais pra deixar alguma marca que não seja a sua protagonista.”  
 
O Homem que Mudou o Jogo (Bennett Miller, 2011) 5.5  “Tem bons momentos mas o roteiro segue por vezes artificial e convencional baseando metas em estatísticas e mudando totalmente o foco de fracassado pra vitorioso numa simples reviravolta da narrativa. Não empolga. Não torcemos. E não tem uma mísera cena de jogo. Chega a ser abaixo do correto” 
Precisamos Falar Sobre o Kevin (Lynne Ramsay, 2011) 6.5  “Kevin é só uma criança fabulesca com o capiroto no corpo. Nada justifica tanta maldade e acredito que seja impossível uma criança que cresceu num lar com pessoas que não lhe deram motivos pra ser ruim, possa ter tanta maldade. Exageraaaado, mas  tem seus méritos. P.S. Clap Tilda” 
O Artista (Michel Hazanavicius, 2011) 8.5 “O Artista resgata com perfeição a magia que o cinema e a imagem foi perdendo durante os anos e encanta muito mais que as dezenas de filmes modernos tecnologicamente e de grande orçamento. É praticamente um filme da década 20. De fazer os olhos brilharem!” 
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 Janeiro 23 | Média: 5.9
Atuação Masculina: Ryan Gosling (Namorados Para Sempre) e Ryan Gosling  (Tudo Pelo Poder). Menção: Caio Blat (Bróder)
Atuação Feminina:  Sareh Bayat (A Separação) | Michelle Williams (Namorados Para Sempre). Menção: Leila Hatami (A Separação)
Direção: Nicolas Winding Refn (Drive) e  Asghar Farhadi (A Separação). Menção: Steven Spielberg (As Aventuras de Tintim)
Maior Surpresa: Bróder
Maior Decepção: Melancolia | Inquietos
Melhor Filme: A Separação | Drive
Pior Filme: Martha Marcy May Marlene | Inquietos
 
Martha Marcy May Marlene (Sean Durkin, 2011) 1.0
“Insignificante! Corre por todos os lados mas não chega a lugar algum, o modo de narrar o filme entre dois tempos é o mais convencional que possa existir, milhões de cenas desnecessárias como personagens nadando cerca de 3 minutos, como se o espectador estivesse interessando em ver quanto tempo ele permanece embaixo d’água além de não ter nenhum jogo psicológico ou algo mais denso que conquistasse o espectador, que lá pelos minutos finais está fervendo de raiva.”  
Drive (Nicolas Winding Refn, 2011) 8.0
“O grande mérito de Drive é a direção de Nicolas Winding Refn. Muita Personalidade e detalhismo que preenchem tudo o que move a narrativa do filme que vai desde os personagens à fotografia noturna urbana. O resultado é um filme extremamente emocionante.” 
A Separação (Asghar Farhadi, 2011) 9.0
“Ética, religião e moral batendo de frente nesta obra intrigante de Farhadi. Uma perfeição de diálogos e argumentos de cada personagem que deixa o espectador sem saber em quem acreditar. E ainda tem os iranianos mostrando que também sabem dar shows de interpretação.” 
As Aventuras de Tintim (Steven Spielberg, 2011) 7.0 
“Faltou uma marca, um clímax definitivo e a correria interminável impede dele acontecer, mas os gráficos, a textura e a técnica beiram a perfeição e em dados momentos impressionam e MUITO, além de ser bastante divertido. Um programão!” 
Capitão América: O Primeiro Vingador (Joe Johnston, 2011) 5.0
“É bem realizado tecnicamente, principalmente o primor da Direção de Arte, apesar das cenas de ação deixar visível a influência do CGI (na cena do trem, por exemplo), ainda que levemente. Porém não empolga, e o vilão segue a mesma linha dos mais ridículos do gênero.”  
Inquietos (Gus Van Sant, 2011) 3.5
“Filme que tenta levar o espectador ao pranto a qualquer custo com personagens que só podem ter vindo da mente de alguém que leu contos infantis demais, e não tem um pingo de senso de realidade. Profundamente irritante essa abordagem mela cueca sobre morte”  
Em um Mundo Melhor (Susanne Bier, 2010) 6.0
“Ao invés da vingança, ofereça a outra face para que possamos viver em um mundo melhor. Típico texto que o Oscar adora premiar.”
 
Missão: Impossível – Protocolo Fantasma (Brad Bird, 2011) 7.0
“Dinâmico e bastante movimentado. A ação é contínua durante o filme sem parecer proposital. Pra um filme pipoca de ação, isso já é o suficiente, mas ainda tem o Protocolo Fantasma que é uma história bacana que põe os personagens à prova e diverte o espectador” 
A Árvore da Vida (Terrence Malick, 2011) 7.0
“Há pelo menos uma das melhores e mais fascinantes relações familiares que assisti nos últimos anos e que me fez ceder totalmente ao exagero das cenas pseudo-documentais. A Árvore da Vida é daqueles que sempre nos convida a revê-lo pra descobrirmos novas possibilidades”
Tudo Pelo Poder (George Clooney, 2011) 7.5
“Tudo bem que nos mostra o que já estamos cansados de saber, mas o roteiro de George Clooney consegue ser instigante por quase toda a projeção, é bem escrito, e deixa espaço para todos brilharem, principalmente Gosling.”
 
O Palhaço (Selton Mello, 2011) 7.5
“A direção e o roteiro não são dos mais geniais e fascinantes como pregavam por aí, mas é um projeto muito, muito acima da média dentro do cinema comercial do Brasil, repleto de momentos inspirados e muito bem produzido. Destaque para a Trilha e Direção de Arte”
Melancolia (Lars Von Trier, 2011) 5.5
“O embelezamento da obra soa quase sempre artificial e vazio, principalmente nos enquadramentos da primeira hora, bem como a câmera do diretor sendo a mais irritante de sua carreira e a personagem inexpressiva e robótica diminui ainda mais a empatia com o público. Os 5 minutos finais são os mais relevantes.”
Compramos um Zoológico (Cameron Crowe, 2011) 6.0
“No início é tudo feito com amadorismo, com o pai recém-viúvo em busca de algo novo para recomeçar, o filho rebelde, o irmão conselheiro…e apesar de ser piegas por diversas vezes, aos poucos vai se tornando adorável. Ah, e não tem animais falantes.”
Hesher (Spencer Susser, 2011) 7.0
“Hesher é um filme curioso. Começa incoerente e indiferente mas termina adorável. E ainda tem Gordon Levitt fazendo totalmente o oposto de seus personagens politicamente  corretos de 500 Dias com ela e 50%.” 
 
Bróder (Jeferson De, 2010) 7.5
“A visão de alguém da periferia falando sobre a periferia. Jeferson De mostra grande domínio sobre a câmera e em seu primeiro longa já demonstra personalidade e ilustra com competência o senso de companheirismo presente dentro de uma amizade.”  
Os Muppets (James Bobin, 2011) 6.0
“Mesmo não sendo da geração Muppets, é possível perceber a energia contagiante dos fantoches falantes nesse agradável musical. Tem momentos irregulares e artificial mas merece um desconto por ser da Disney. É um filme que eu levaria meus filhos pra assistir.”  
Namorados Para Sempre (Derek Cianfrance, 2010) 8.0 
“Dean, o eterno apaixonado e Cindy, a eterna egoísta. Um exemplar competente sobre os estudos de relacionamentos conjugais. Adulto, maduro e de emoções extremas. Não conseguia tirar da cabeça toda a sequência após o hospital e os dois procurando a aliança.” 
 30 Minutos ou Menos (Ruben Fleischer, 2011) 5.0
“É aquela típica comédia genérica, prontinha e esquecível. O início é bastante irregular, jogando todos os clichês e personagens bestas e infantis com intenções bizarras, mas quando a história realmente começa, o filme melhora. Bem abaixo do ótimo Zumbilândia do mesmo diretor” 
Like Crazy (Drake Doremus, 2011) 6.0
“Like Crazy é uma história de amor nostálgica de pessoas que sabem o que querem mas não sabem como obtê-la. Talvez se fosse menos corrido e mais aprofundado seria ainda melhor.” 
 
Passe Livre (Bobby Farrelly e Peter Farrelly, 2011) 4.5 
“Sua mulher é a esposa perfeita, você é o único que não enxerga isso. Basta assistir 15 minutos para conseguir traçar a trajetória dos personagens infantis e sem nenhuma química. Comédia que não vai além de um sorriso no rosto, cheia de estereótipos manjados e irritantes.” 
O Homem do Futuro (Cláudio Torres, 2011) 6.0
“Uma boa comédia que se destaca dentre os inúmeros lançamentos nacionais medianos, ainda que seja um filme limitado e é bom ver Wagner Moura se libertando da imagem de carrasco e durão vinda do Capitão Nascimento e aqui ele prova ter bastante versatibilidade”
Potiche: Esposa Troféu (François Ozon, 2010) 6.5
“Ozon mostrando o potencial das mulheres nessa comédia simpaticíssima.” 
 
 
 
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Dezembro: 12 | Média: 6.5
Atuação Masculina: Joseph Gordon-Levitt (50%) e Owen Wilson (Meia Noite em Paris). Menção: Antonio Banderas (A Pele que Habito)
Atuação Feminina:  Natalie Portman (Cisne Negro) | Lubna Azabal (Incêndios). Menção: Elena Anaya (A Pele que Habito)
Direção: Darren Aronofsky (Cisne Negro) e Denis Villeneuve  (Incêndios). Menção: Woody Allen (Meia Noite em Paris)
Maior Surpresa: Amor a Toda Prova | 50%
Maior Decepção: Amores Imaginários | Poesia
Melhor Filme: Cisne Negro | Incêndios
Pior Filme: Reféns
 
50% (Jonathan Levine, 2011) 8.0 
“Porque a vida sem humor é insuportável. Brilhante a forma de Levine em trabalhar temas tão complicados com bastante humor e uma sensibilidade que foge totalmente da panfletagem de auto-ajuda. A melhor comédia de 2011, fácil!”
Toda Forma de Amor (Mike Mills, 2010) 5.0
 ”Mills é um exemplo perfeito de um cineasta que usa cronologia confusa para esconder a incapacidade de contar sua história. bem como truques, flashes e narrações em off para compensar a falta de enredo e para encobrir o vazio constante na narrativa.”
Reféns (Joel Schumacher, 2011) 1.5
“Eu ainda não consigo entender como Cage e Kidman aceitam participar disso. Joel Schumacher ofende.
 
 
Cisne Negro (Darren Aronofsky, 2010) 9.0
“O filme termina, os créditos sobem e os aplausos não cessam.”
 
 
A Pele que Habito (Pedro Almodóvar, 2011) 7.5
“Das vinganças mais berrantes que já vi nos cinemas. Doentio, louco, absurdo e engraçado ao mesmo tempo. Almodóvar cria um suspense que vai se elevando em cada plano, em cada sequência fazendo suas reviravoltas algo inimaginável. Grande filme!”
Amores Imaginários (Xavier Dolan, 2010) 3.0
“Um filme porco, pessimamente filmado por Dolan que usa da bela estética para causar a sensação de filme de arte ou algo mais autoral. Sem contar a afetação (termo original removido devido à classificação etária)  gratuita, constrangedora e a cafonice novelesca.Talvez o único mérito seja seu texto, interessante, mas..dá até saudades de Almodóvar” 
Amor a Toda Prova (Glenn Ficarra, John Requa, 2011) 7.5
“Ou como ser clichê e ainda assim ser a comédia romântica mais adorável do ano. Meu mais novo Guilty Pleasure.” 
 
Meia Noite em Paris (Woody Allen, 2011) 7.5
“Woody Allen quando não exercita aqueles discursos pretensiosos de sua crise existencialista e não busca ser conceitual demais, ele acerta. O que mais chega perto da beleza de A Rosa Púrpura do Cairo(o melhor do diretor), encantador, bem humorado e charmosíssimo.” 
Incêndios (Denis Villeneuve, 2010) 8.0
“Enterrem-me sem caixão, nua, e sem orações. Meu rosto virado para o chão, de costas para o mundo.” Filme denso, forte e brutal. Inteligentemente bem filmado e amarrado. Não ficava chocado assim há um bom tempo. ‘Um mais um pode ser um?’ Chocante!” 
Poesia (Chang-dong Lee, 2010) 6.0
“A velhice conturbada e indesejada, já que é o momento em que mais devíamos descansar. Porém, enfrentada com garra e uma força animadora com os últimos anos que resta, através da poesia. Um bom filme, com atuação encantadora de Jeong-hie Yun. Mas o roteiro deveria ter ficado com Cópia Fiel em Cannes”  
Contágio (Steven Soderbergh, 2011) 7.0

“Um ensaio eficiente de uma possível contaminação mundial. Mas Contágio seria ainda melhor se não tivesse a mão e os excessos de Soderbergh. Ainda assim, um texto atual e interessante.” 

O Garoto de Bicicleta (Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, 2011) 8.0
“O amor não correspondido. E pior, de um filho pelo pai. Um filme tão simples, seja na filmagem ou no cenário, mas tão poderoso, tão forte e tão bem construído que dá vontade de conhecer mais a fundo a carreira dos Dardenne.” 
 
 

12 comentários em “Últimos filmes

  1. Hum..gostei das frases..e das notas..kaka..eu to querendo assisti Luzes da Cidade..parece ser mto Bom, heim!?

    Vlw..:))

  2. que tipo de filme precisa de premio importante pra provar q é bom?? ¬¬
    pra mim nenhum…..
    ou é, ou não é..
    indenpente de tudo…..

  3. Que bom que nao foi só eu que achou O Discurso do Rei fraquissimo =)

    Panico é o tipo de filme para divertir. Na epoca de seu lançamento, eu achava sensacional, tipo o melhor filme do mundo, mas eu não tinha idade para discernir coisa boa de coisa ruim, rs. Hj vi que é mais uma coisa nostalgica do que tudo. O filme é bem tosco.

    Abs!

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