Amigos desde a infância, os rapazes, hoje, depois de 30 anos, casados e com filhos, se reencontram, no velório do antigo treinador de basquete. Afim de passarem mais alguns dias juntos, todas a famílias se instalam em uma casa no lago, para relembrar os velhos tempos. O que não vai faltar, é piadas toscas, gags físicas, personagens loucos, forçados e clichês, tombos, e qualquer desculpa pra fazer piada com absolutamente tudo, o que pode acabar incomodando os mais mau humorados, que não suporta esse tipo de piada. Talvez o ponto forte do filme, seja a beleza da amizade, da união, da saudade e da época tão maravilhosa que é a infância. Como na cena em que o personagem de Adam Sandler vê as crianças brincando de telefone sem fio. Seus filhos que outrora viviam aprisionados no mundo digital e tecnológico, com celulares e video games, puderam viver um final de semana, como qualquer criança normal vive. Brincando no lago, no balanço de uma árvore, com brinquedos caseiros, reunião em volta da fogueira, enfim.
É aquele típico filme que tem tudo pra se tornar um forte candidato à Sessão da Tarde. Tem uma mensagem significativa, que mostra o valor da união familiar, o valor da amizade, e a importância da infância na vida de qualquer criança. Sem lá muita profundidade, ou genialidade, o filme cumpre com o objetivo, que é divertir, mesmo que algumas piadas estrapolem, mas devemos levar em consideração que, quando amigos de infância se reúnem novamente, acaba rolando todo tipo de piada, sendo ela besta, forçada, sem graça, divertida, engraçada, piadas físicas, piadas humilhantes, piadas afim de cassoar do outro, tudo isso.





Concordo plenamente….